segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ao que...

Ainda me consome...
Sua falta tão presente...
Seu cheiro ainda em meu corpo...
Meu frio... sem seu calor...
Ainda me tem...
Esse sentimento inútil...
Essa ausência de existir sem vc...
Sem carinho... sem amor...
Pois agora, não mais...
Hoje partirei de meu corpo...
Este que muitas vezes foi seu...
Abrigo, fortaleza, seu capacho..
Em nada mais prende...
Liberto de todo mal...
Dessa forma de amar... sonhar...
Pois agora me tens...
Como lembrança...
Como espírito.. como morto.

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